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Fim da fase positiva de Lula, segundo tracking
Carlos Jordy (PL-RJ) comentou que o governo Lula tinha conhecimento das fraudes no INSS, confirmando suspeitas já amplamente disseminadas.
O setor de comunicação do presidente Lula vive momento tenso para impedir que a CPMI das irregularidades no INSS destrua a avaliação ainda amena que o governo possui. Pesquisas internas diárias indicam que a pequena melhora na imagem de Lula pode estar chegando ao fim, mesmo após aproximação não convencional com Donald Trump que resultou em perdas de empregos no país.
O governo demonstra preocupação com a convocação de Frei Chico, irmão de Lula, cujo sindicato teria recebido mais de R$ 240 milhões dos idosos.
Também preocupa o potencial impacto negativo relacionado a Carlos Lupi, ex-ministro e suspeito de omissão.
Em resposta aos fatos negativos, a Secretaria de Comunicação se adiantou a criar novos slogans para tentar conter as notícias desfavoráveis.
Uma das maiores preocupações do presidente Lula é que as investigações e o escândalo se prolonguem até a campanha eleitoral, causando danos ao seu governo.
No âmbito da oposição, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) refutou rumores sobre acordos para barrar convocações de depoimentos na CPMI, apesar de não ter participado dessas negociações e de chamar de fake news os vazamentos sobre tais acordos.
Girão deveria solicitar oficialmente a convocação de Frei Chico e dos 41 sindicalistas envolvidos para comprovar sua posição.
O suposto acordo prevê que convocações sejam aprovadas em bloco com filtragem dos líderes e aprovação consensual, o que poderia limitar investigações independentes.
A hashtag “Congresso contra o povo” tem circulado contra a chamada “PEC da Blindagem”, medida que dificultaria ações do STF contra parlamentares.
Parlamentares do PT e aliados resistem à PEC porque se sentem protegidos das decisões judiciais que frequentemente beneficiam o Palácio do Planalto.
Recentemente, no Conselho de Ética da Câmara, a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) atacou o deputado Coronel Meira (PL-PE) com uma caneta, causando ferimento.
Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, assegura que ninguém será protegido e que todos os culpados serão responsabilizados.
Enquanto o governo tenta obter ganhos políticos com operações contra o PCC, o público pressingente que a questão do INSS permanece sem resposta.
No PL e no Republicanos, há ceticismo quanto à filiação de Tarcísio de Freitas.
Há ainda o receio sobre propostas legislativas que podem restringir o uso do sistema operacional gratuito Linux ao exigir mecanismos de verificação de idade, algo inviável para código aberto.
Finalmente, o Congresso apresenta uma agenda mais tranquila, refletindo o clima de sexta-feira.
Por fim, embora o megaesquema financeiro do PCC seja grave, ele representa apenas metade do rombo nas contas do governo neste ano.
PODER SEM PUDOR
Fome de patrimônio
Em reunião, a senadora Heloísa Helena (Psol-AL) pediu chocolate ao líder do PMDB no Senado, Ney Suassuna (PB), brincando sobre desejar 99% de sua fortuna. Ele respondeu com humor, provocando risadas entre os presentes.
Informações e opiniões são de responsabilidade de seus autores e não refletem a posição oficial da Folha de Pernambuco.

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