Economia
IBC-Br tem queda de 0,67% em março na comparação com fevereiro, mostra Banco Central
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central, conhecido como IBC-Br, apresentou uma redução de 0,67% em março na comparação com o mês de fevereiro, considerando a série ajustada sazonalmente, conforme divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 18. Em fevereiro, o índice havia registrado um crescimento de 0,87% (ajustado de 0,60%).
O desempenho de março ficou abaixo da mediana prevista na pesquisa Projeções Broadcast, que indicava uma queda de 0,30%. As expectativas do mercado variavam entre uma redução de 1,70% e um crescimento de 0,30%.
Todos os segmentos do IBC-Br apresentaram retração no período. O índice que exclui a agropecuária caiu 0,93%, depois de subir 0,88% (revisado de 0,61%) em fevereiro. O setor agropecuário, por sua vez, diminuiu 0,21%, após um crescimento de 1,40% (revisado de 0,23%) no mês anterior.
O setor de serviços recuou 0,79%, contrastando com um avanço de 0,57% (revisado para 0,29%) em fevereiro; a indústria teve queda de 0,23%, posterior a uma alta de 0,65% (revisada para 1,18%) no mês anterior; e os impostos — que de modo geral correspondem aos impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) — diminuíram 0,21%, depois de terem crescido 0,84% (ajustado de 0,75%).
Visão anual
Na comparação com março de 2025, o IBC-Br total apresentou um crescimento de 3,07% na série sem ajuste sazonal, alinhado com a mediana das projeções da pesquisa Projeções Broadcast, que indicava 3,0%. As estimativas do mercado variavam entre 0,48% e 4,20%.
O índice sem considerar a agropecuária cresceu 3,90%, após uma modesta alta de 0,15% (revisada para estabilidade) no mês anterior. Já o setor agropecuário declinou 0,73%, devido a uma queda de 1,18% (revisada de -1,31%) em fevereiro.
O setor de serviços expandiu 3,97%, depois de ter crescido 1,05% (revisado de 0,99%) anteriormente. A indústria aumentou 2,27%, revertendo a queda de 0,97% (revisada de -1,30%) de fevereiro. A arrecadação de impostos elevou-se 6,0%, após uma retração de 2,29% (revisada de -2,63%) no mês anterior.

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