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Soldado francês morre no Líbano e Macron culpa Hezbollah
Um soldado francês perdeu a vida e outros três ficaram feridos em um ataque ocorrido neste sábado (18) contra os capacetes azuis da ONU no Líbano. De acordo com as evidências, o ataque foi realizado pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, segundo afirmou o presidente francês Emmanuel Macron.
“Tudo indica que o Hezbollah é o responsável”, escreveu Macron na rede social X. Ele solicitou às autoridades do Líbano que prendam os responsáveis pelo ataque.
Macron também pediu ao governo libanês que assegure a proteção dos soldados da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) durante conversas com o presidente e o primeiro-ministro do país, conforme informado pelo Palácio do Eliseu.
Uma avaliação inicial aponta que os tiros vieram de grupos armados não estatais, provavelmente o Hezbollah, conforme comunicado da FINUL.
Israel e o Líbano haviam anunciado, na quinta-feira, um cessar-fogo de 10 dias para negociar o fim de seis semanas de conflitos entre Israel e o Hezbollah, organização apoiada pelo Irã.
Os confrontos no Líbano, que representam uma das frentes da guerra no Oriente Médio, têm tornado a missão da ONU um alvo tanto das forças israelenses quanto do Hezbollah. Três soldados indonésios também perderam a vida em ataques recentes.
O soldado francês que morreu neste sábado foi identificado como sargento Florian Montorio. Ele foi surpreendido em uma emboscada enquanto sua unidade se dirigia a um posto da FINUL e morreu atingido por um tiro direto, informou a ministra das Forças Armadas da França, Catherine Vautrin, na mesma rede social.

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