Economia
Datas de pagamento do Bolsa Família em agosto de 2026
O calendário para os pagamentos do Bolsa Família em agosto de 2026 inicia no dia 18. As quantias são liberadas de forma escalonada pela Caixa Econômica Federal, seguindo o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Para os beneficiários cujo NIS termina em 1, o valor fica disponível logo no início do período de pagamento, com o cronograma estendendo-se até o dia 31 de agosto para quem possui NIS com final 0.
Calendário de pagamentos do Bolsa Família em agosto de 2026:
- Final do NIS: 1 – pagamento em 18/08
- Final do NIS: 2 – pagamento em 19/08
- Final do NIS: 3 – pagamento em 20/08
- Final do NIS: 4 – pagamento em 21/08
- Final do NIS: 5 – pagamento em 24/08
- Final do NIS: 6 – pagamento em 25/08
- Final do NIS: 7 – pagamento em 26/08
- Final do NIS: 8 – pagamento em 27/08
- Final do NIS: 9 – pagamento em 28/08
- Final do NIS: 0 – pagamento em 31/08
Previsão de pagamentos para 2026:
- Agosto: de 18/08 a 31/08
- Setembro: de 17/09 a 30/09
- Outubro: de 19/10 a 30/10
- Novembro: de 16/11 a 30/11
- Dezembro: de 10/12 a 23/12
Cerca de 18,7 milhões de famílias, abrangendo aproximadamente 48,92 milhões de pessoas, são contempladas pelo programa de transferência de renda, conforme dados de dezembro de 2025. O valor destinado mensalmente pelo governo federal gira em torno de R$ 12,7 bilhões.
O benefício mínimo é de R$ 600 por família, podendo aumentar conforme a composição familiar. Por exemplo, o Benefício Variável Familiar Nutriz concede seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês com até seis meses para assegurar a alimentação dos filhos. Há ainda um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e para crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos, além de um acréscimo de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos.
Em dezembro de 2025, o valor médio do benefício foi de R$ 691,37 por domicílio, conforme informações do MDS.
Quem pode receber o Bolsa Família?
Para ter direito ao benefício, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. A regra consiste em somar a renda total da família e dividir pelo número de integrantes. Se o resultado for igual ou inferior a R$ 218, a família está apta a receber o Bolsa Família.
Por exemplo, em uma casa com sete pessoas onde um dos membros recebe um salário mínimo (R$ 1.518), a renda individual fica em R$ 216,85, o que qualifica a família para o programa.
Além disso, os beneficiários devem:
- Garantir a frequência de crianças e adolescentes na escola
- Fazer o acompanhamento pré-natal, no caso de gestantes
- Manter as carteiras de vacinação atualizadas
Como se cadastrar?
Para se tornar beneficiário, é necessário realizar inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), que possibilita a inclusão das famílias de baixa renda em programas sociais do governo. O cadastro pode ser feito nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) das prefeituras.
Estar inscrito no Cadastro Único é um pré-requisito para avaliação da entrada no Bolsa Família, mas não garante automaticamente o benefício.
Como sacar o Bolsa Família?
Os beneficiários podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa Tem, dispensando a necessidade de ir até uma agência da Caixa Econômica Federal para sacar o dinheiro.
Também é possível utilizar o cartão virtual do Caixa Tem para realizar compras em estabelecimentos comerciais por meio da função débito e efetuar saques em caixas eletrônicos, lotéricas, correspondentes bancários e nas agências da Caixa.

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