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Chefe das FARC ligado a assassinato de político morre em ação
Um líder da dissidência das FARC Segunda Marquetalia, acusado de financiar o assassinato do político colombiano Miguel Uribe em 2025, foi morto durante uma operação das forças de segurança, conforme informou no domingo (27) o presidente Abelardo de la Espriella.
O grupo, comandado por Luciano Marín, conhecido como Iván Márquez, ex-líder da guerrilha desfeita após o acordo de paz de 2016 e que retomou as armas, está implicado no assassinato do político conservador, segundo o Ministério Público.
Uribe, senador de 39 anos, foi alvo de tiros em 7 de junho de 2025 durante um evento de campanha e faleceu dois meses depois em hospital.
“Conhecido pelo codinome ‘Robinson Gutiérrez’, considerado o principal líder político e financiador da célula ‘Teófilo Forero Castro’, foi eliminado” em uma ação das forças de segurança no departamento de Huila, ao sul do país, declarou De la Espriella em nota.
“Este criminoso está envolvido no homicídio de Miguel Uribe Turbay. Vou insistir para que toda a verdade sobre esse crime seja revelada. Estamos fazendo justiça a Miguel Uribe“, complementou o presidente.
“Buscamos capturar o chefe da quadrilha: Iván Márquez“, afirmou o mandatário.
As apurações indicam dois mandantes do crime: Márquez e seu parceiro conhecido como Zarco Aldinever, que supostamente se esconderam na Venezuela, utilizada como refúgio por grupos criminosos colombianos, conforme informações da inteligência militar.
Nove pessoas foram presas por envolvimento no assassinato, incluindo o adolescente que realizou os disparos.

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