Centro-Oeste
Como funciona a central de resolutividade no Hospital Regional de Santa Maria
Quando um paciente chega à emergência, passa por uma avaliação que determina a prioridade do atendimento. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), um trabalho integrado de equipes garante que essa jornada seja eficiente desde a classificação de risco até a realização de exames e a resolução de pendências.
O Núcleo da Central Tática de Resolutividade (NUCTR) coordena três frentes essenciais: classificação de risco, centro de resolutividade para internados e para emergência. Profissionais dessas áreas atuam em conjunto para acompanhar as necessidades dos pacientes e agilizar o atendimento com segurança.
Rayanne Lopes, chefe do NUCTR do HRSM, destaca que a classificação de risco é fundamental para direcionar os pacientes conforme a gravidade do quadro clínico. Durante a internação, outras equipes trabalham com setores assistenciais para resolver pendências e garantir a continuidade do cuidado. Comunicação eficaz entre equipes e o acompanhamento da realização de exames são cruciais para o bom fluxo e liberação rápida de leitos.
No momento da triagem, enfermeiros classificadores, como Henrique Reis Batista, avaliam sinais que indicam prioridade, assegurando que os casos mais graves sejam atendidos primeiro. Além de selecionar os casos prioritários, a equipe esclarece pacientes e acompanhantes sobre os critérios adotados, promovendo transparência e entendimento para evitar conflitos na fila de espera.
Após a internação, o CTR Internados realiza um acompanhamento minucioso, monitorando exames, consultas e procedimentos. Gabriel Santos Pinto, assistente administrativo, explica que a equipe identifica e resolve pendências que possam atrasar a alta, utilizando planilhas compartilhadas para garantir o controle e agilidade nas ações necessárias, incluindo transporte e documentação.
Por sua vez, o CTR Emergência, supervisionado por José William Amaro Cavalcante, atua diretamente nos prontos-socorros adulto, infantil e ginecológico, promovendo rondas, conferência das escalas e monitoramento contínuo da classificação de risco. As informações ajudam na gestão do fluxo e na priorização de atendimentos em cada turno.
Este trabalho conjunto busca promover agilidade, previsibilidade e segurança para os pacientes, evidenciando como a Central de Resolutividade do HRSM é uma peça-chave para um atendimento emergencial eficiente e humanizado.

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