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Defesa de pai de Vorcaro considera prisão desnecessária e prematura
A equipe de defesa do empresário Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, classificou como “grave” e “desnecessária” a prisão determinada nesta manhã na sexta fase da Operação Compliance Zero.
Os advogados afirmam que a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que ordenou a prisão, está baseada em fatos legais e fundamentados em justificativas econômicas que ainda não foram apresentadas nos autos do processo.
Segundo a defesa, o ideal seria que o ministro Mendonça tivesse ouvido as explicações antes de tomar a decisão de prender Henrique. A equipe de defesa informou que pretende apresentar esses documentos ao STF ainda hoje.
Ao solicitar a prisão, a Polícia Federal atribuiu a Henrique Vorcaro o papel de operador financeiro de um grupo denominado ‘Turma’, apontado como o braço armado da suposta organização criminosa liderada pelo ex-dono do banco Master.
Segundo as investigações, Henrique também seria o solicitante e beneficiário do grupo responsável por ações de intimidação contra supostos adversários de Vorcaro. O inquérito indica que a ‘Turma’ recebia cerca de R$ 400 mil por mês, valor que era dividido entre seis membros.
Além de atuar em intimidações e cobranças, a ‘Turma’ também teria a função de conseguir informações sigilosas sobre investigações de interesse direto de Henrique. Para a Polícia Federal, essa situação aumenta significativamente a gravidade da ligação do pai de Vorcaro com o grupo.

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