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Governo planeja resposta ao MDB e PSD
Deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da oposição na Câmara, destacou que o governo está preparando uma retaliação contra o MDB e PSD.
Dentro do Palácio do Planalto, que inclui Casa Civil, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria de Comunicação e o próprio presidente, há certeza de que o MDB e o PSD traíram o governo, causando uma semana de derrotas e humilhações, como a rejeição de Jorge Messias para AGU e a derrubada do veto ao projeto de redução de penas, conhecido como “PL da dosimetria”. Como a votação para indicados ao STF é secreta, o governo aguardou apenas um dia para identificar os votos contrários ao veto.
No MDB, o senador Eduardo Braga (AM) surpreendeu ao votar contra o veto, mesmo sendo governista. Braga enfrenta insatisfação interna devido à possível candidatura de Marcelo Ramos ao Senado pelo PT no Amazonas.
Também do Amazonas, mas do PSD, o senador Omar Aziz contribuiu para a derrota ao governo ao derrubar o veto.
Espera-se que a retaliação comece com exonerações de indicados desses dois partidos nos próximos dias.
Sobre o caso do avião ligado ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), o suposto dono, Fernandin OIG, alvo de investigações, compareceu à CPI protegido por habeas corpus concedido pelo STF. Ele já havia sido convidado para outra CPI sobre pirâmides financeiras, onde falou como especialista em criptoativos.
Eventos como a derrubada do veto de Lula ao marco temporal das terras indígenas em dezembro de 2023 mostram que o Congresso, embora rarefeito, pode agir contra o governo.
Na votação que derrubou o veto ao projeto da dosimetria, apenas seis partidos seguiram a orientação do governo para manter o veto: PT, PCdoB, Psol, PDT, PV e Rede.
Para o senador Rogério Marinho (PL-RN), a derrota do veto significa o fim de um projeto de poder baseado no rancor, e o Brasil deseja avançar.
O ex-vice-presidente Hamilton Mourão (Rep-RS) não votou na sessão devido a problemas técnicos, mas registrou em ata apoio à derrubada do veto.
O déficit do setor público consolidado alcançou R$80,7 bilhões em março, o pior resultado para o período desde 2002.
Alfredo Gaspar (PL-AL), ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), declarou a intenção de reconstruir o país conforme a Constituição.
Durante a votação da derrubada do veto à dosimetria, parlamentares de oposição, incluindo Flávio Bolsonaro, foram atacados por assessores do governo, necessitando intervenção da Polícia Legislativa.
Insinuações e acusações marcaram a votação, incluindo ofensas entre deputados, evidenciando o clima tenso no Congresso.
No contexto parlamentar, o resultado das votações é mais significativo do que pesquisas.
PODER SEM PUDOR
Deputado Paes de Andrade (CE) relatou uma situação durante missão na então Tcheco-Eslováquia onde, após um discurso vigoroso contra a ditadura militar no Brasil, um colega governista comentou seu francês de forma irônica, desviando do tema central.

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