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Governo propõe ajuda para reduzir preço do diesel importado; 26 estados aceitam

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O presidente interino da República, Geraldo Alckmin, anunciou neste sábado que 26 estados decidiram apoiar a proposta do governo para diminuir o valor do diesel importado.

A proposta foi criada para aliviar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre a população e evitar problemas no abastecimento.

De acordo com a sugestão, elaborada pela equipe econômica federal, o governo ofereceria um subsídio de R$ 1,20 por litro do diesel, dividido igualmente entre a União e os estados. O custo fiscal estimado é de R$ 1,5 bilhão por mês.

Alckmin explicou: “O governo adotou medidas para reduzir o impacto da guerra, que afeta o combustível, a logística e a inflação, principalmente dos alimentos. Retiramos impostos do diesel, zeramos o PIS/Cofins, concedemos subsídios e convidamos os estados a participarem para aliviar ainda mais a alta, e 26 estados já confirmaram adesão.”

Alckmin está no comando interino da Presidência enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de compromissos no exterior.

Ele também lembrou que a adesão dos estados não é obrigatória e comparou com uma situação semelhante no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Esperamos que até dia 22 todos os estados participem. A adesão não é obrigatória. Em 2022, durante a crise na Ucrânia, o governo de Bolsonaro tornou a ação obrigatória, o que levou estados à Justiça e gerou uma dívida de R$ 25 bilhões para a União”, afirmou.

“Agora, não haverá dívidas futuras. Se o estado reduzir 32 centavos no ICMS, o governo federal iguala com mais 32 centavos, garantindo o abastecimento e evitando alta dos preços.”

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