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Messias busca apoio e conversa com líderes antes da sabatina

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Na véspera de sua sabatina no Senado, Jorge Messias, advogado-geral da União, intensifica suas articulações políticas com reuniões privadas e debates com a liderança da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), responsável pela etapa inicial de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele tenta também garantir um encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que ainda não o recebeu. Prioriza contatos diretos para confirmar apoios e diminuir dúvidas entre senadores indecisos, sem expor gestos públicos ou de última hora.

Na agenda do dia, Messias se reunirá com o líder do PDT no Senado, o relator de sua indicação, Weverton Rocha, e com o presidente da CCJ, Otto Alencar, que lidera a sabatina. Esses encontros são essenciais para medir o clima antes da votação.

A principal dúvida permanece em relação a Alcolumbre. Desde que o governo decidiu não indicar o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco para o STF, ele demonstrou resistência ao nome de Messias, sendo visto como um possível influenciador dos votos do centro político. Um encontro com ele teria valor simbólico, mas seu agendamento parece improvável.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, entrou diretamente na articulação, reunindo-se com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, para ajustar as estratégias e avaliar o quadro. Lula está atento ao quorum necessário, considerando as ausências que podem ocorrer em uma semana encurtada devido a feriados.

A CCJ também passou por mudanças recentes visando a redução de riscos. Saíram os senadores Sergio Moro e Cid Gomes e entraram Renan Filho e Ana Paula Lobato, alterando o equilíbrio para um número confortável de votos a favor, mas o cenário permanece delicado, pois há senadores reservados e uma votação apertada.

Messias segue uma preparação rigorosa, com estudos intensos e disciplina pessoal, adotando uma rotina com jejum parcial e momentos de oração, buscando serenidade para o momento decisivo.

Ele declarou: “Estou em paz. Deus proverá a aprovação.”

Os apoiadores acreditam que a aprovação é provável, mas alertam que será necessária uma articulação cuidadosa até a votação final no plenário.

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