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Golpes em regularização do título de eleitor: MPDFT alerta

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) avisou a população sobre mensagens falsas que circulam pela internet sobre a regularização do título de eleitor. Essas mensagens usam nomes e símbolos de órgãos oficiais para enganar as pessoas.

Os criminosos prometem uma regularização rápida e ameaçam cortar serviços públicos ou bancários caso haja irregularidades. Eles enviam links para uma suposta ‘regularização imediata’, pedem para baixar aplicativos desconhecidos, solicitam dados pessoais e até exigem pagamentos indevidos.

O MPDFT reforça que a Justiça Eleitoral não envia links por mensagem, não pede o download de aplicativos de terceiros e que todos os serviços são gratuitos. A regularização deve ser feita somente pelos canais oficiais.

É importante que os eleitores verifiquem sua situação o quanto antes, pois o prazo para regularizar pendências e evitar o cancelamento do título termina em 6 de maio. Após essa data, o título pode ser cancelado, e o eleitor perde direitos como votar e se candidatar.

Devem regularizar quem deixou de votar, justificar falta ou pagar multas nas últimas três eleições consecutivas. A consulta pode ser feita no site oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo aplicativo e-Título ou diretamente no cartório eleitoral. O sistema informa possíveis débitos e explica como regularizá-los, permitindo o pagamento por boleto, Pix ou cartão nas plataformas oficiais.

O prazo para mudar o domicílio eleitoral e o local de votação também acaba em 6 de maio. Manter o título regular é essencial para participar de concursos públicos, tirar passaporte, renovar matrícula em instituições públicas e participar de licitações.

Para evitar a desinformação, o MPDFT aconselha buscar informações apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, desconfiar de mensagens alarmantes e não compartilhar conteúdos duvidosos. Casos suspeitos devem ser denunciados pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade) ou pelos canais oficiais. Compartilhar somente informações checadas é fundamental, pois espalhar informação falsa sobre eleições é crime.

Informações com base no Tribunal Superior Eleitoral.

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