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Cármen diz que poder frágil não suporta críticas
Senador Rogério Marinho (PL-RN) comentou que aceitar abuso como método é preocupante, após a defesa do inquérito das fake news pelo ministro Gilmar Mendes.
Cármen Lúcia já havia alertado que somente um poder fraco não aceita críticas, uma reflexão importante diante da reação do ministro do STF Gilmar Mendes ao post do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que ironizava a participação de ministros da Corte no caso do Banco Master.
A ministra afirmou anteriormente, em relação à crítica política durante as eleições de 2018, que “um poder que não aceita humor crítico é um poder frágil”.
Em 2016, Cármen Lúcia também destacou sua independência com a frase: “O ‘cala a boca’ já morreu, quem fala é quem manda na própria boca”.
O alerta da ministra indica que o poder supremo se mostra vulnerável quando não suporta críticas ou sátiras.
No entanto, Cármen Lúcia também tem autorizado medidas que podem restringir a liberdade de expressão dos brasileiros, especialmente nas redes sociais.
Em 2025, ela participou da alteração do Marco Civil da Internet com o objetivo de limitar o poder individual dos usuários na internet.
Sangue de policial e implicações
Recentemente, foi divulgado o resultado do exame toxicológico do policial militar morto a tiros pelo prefeito João Vitor Xavier em Igarapé Grande (MA). O laudo revelou a presença de álcool, morfina e cocaína no sangue da vítima.
O incidente teria começado após o policial pedir que o prefeito abaixasse os faróis do carro, o que levou a um desentendimento fatal.
João Vitor Xavier chegou a ser preso, afastou-se do cargo, mas voltou posteriormente.
Outros destaques políticos
- Hugo Motta, presidente da Câmara, tem reunião prevista com o presidente Lula para discutir a PEC da escala 6×1.
- O boletim médico de Jair Bolsonaro informa melhora na crise de soluço, mas há atenção ao problema no ombro que necessita de cirurgia.
- José Sarney comemorou seu 96º aniversário com a família e agradeceu o carinho recebido.
- Decisão do Banco Central proibiu sites de apostas em eventos políticos, impactando plataformas de previsões eleitorais.
- O advogado João Paulo Rocha defendeu que o ex-senador Éder Mauro foi condenado por difamação devido à publicação de vídeo descontextualizado.
- O desaparecimento e morte de 11 cientistas envolvidos em projetos de segurança nacional nos EUA motivou a criação de uma comissão investigativa.
- A Procuradoria-Geral da República abriu investigações contra empresas por colaboração com o regime militar entre 1964 e 1985.
- O ministro André Mendonça solicitou prazo para analisar ação contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro por difamação à Tabata do Amaral.
Humor político
PODER SEM PUDOR
O político mineiro José Maria Alkmin (PSD), conhecido por sua astúcia, certa vez desconcertou um eleitor que tentava pedir ajuda financeira de forma suspeita, mostrando sua experiência para evitar golpes.

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