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Check-in digital: hóspede chega com ficha pronta

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Hotéis, pousadas e hostels de todo o Brasil já utilizam a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes em formato completamente digital.

Com essa ferramenta, os hóspedes podem fazer o check-in antecipadamente, antes de chegarem ao estabelecimento, através de link ou QR code enviado pela hospedagem.

Também é possível realizar o procedimento diretamente em dispositivos disponíveis no local. O sistema está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando a proteção das informações pessoais dos usuários.

Novidades

Antes

  • Ficha preenchida manualmente no balcão do hotel
  • Processos mais lentos
  • Dados armazenados em diferentes formatos

Agora

  • Preenchimento online e antecipado
  • Check-in mais ágil
  • Informações organizadas em sistema digital integrado

O presidente do Sindicato dos Hotéis e Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO), Alfredo Lopes, menciona que a cidade vem adotando esse novo modelo desde o ano passado e que as principais redes já implementaram a novidade.

“Imagine a situação quando um grupo grande chega ao hotel e a demora para realizar o check-in de todos. Na Espanha, o turista faz o check-in no primeiro hotel, recebe um QR Code e não necessita repetir o processo nos próximos estabelecimentos. Esse é o futuro esperado para o Brasil”, comentou Lopes.

Proteção e uso dos dados

Segundo o governo, a ficha digital não tem como objetivo monitorar os turistas. O sistema não serve para rastrear deslocamentos, controlar viagens ou vigiar indivíduos.

As informações coletadas permanecem as mesmas do formato em papel, como dados de identificação do hóspede, e são utilizadas para fins administrativos, estatísticos e de apoio à segurança pública, conforme já acontecia antes da digitalização.

Esses dados alimentam o Sistema Nacional de Registro de Hóspedes, que ajuda o governo a entender melhor o fluxo turístico no país, incluindo o número de visitantes, perfil dos turistas e taxa de ocupação dos meios de hospedagem.

Não há coleta de informações sobre despesas, consumo ou comportamento dos turistas. O sistema não acompanha rotas, não monitora deslocamentos e não permite a identificação individual das pessoas.

Os dados são utilizados de forma agregada, ou seja, sem identificação pessoal, para apoiar a criação de políticas públicas voltadas ao turismo, aprimorar serviços e direcionar investimentos no setor.

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