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Flávio Bolsonaro critica ofensas à maior democracia do mundo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à presidência da República, criticou o alto nível de tributos e a quantidade excessiva de regras que afetam o país. Ele afirmou que, caso eleito, terá uma abordagem prática e objetiva nas relações internacionais.
Essas declarações aconteceram na segunda-feira (22), durante o evento “A indústria na agenda dos presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
Flávio Bolsonaro ressaltou que não é aceitável provocar ofensas constantes à maior democracia do mundo, como ameaçar o dólar como padrão de comércio internacional e rotular o governo como fascista. Segundo ele, a única pessoa que deseja impor tarifas sobre empresas brasileiras é Lula, pensando em vantagens eleitorais.
O senador também negou ter solicitado ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a imposição de tarifas elevadas ao Brasil. Ele pediu paciência e afirmou que, a partir de janeiro, o país terá um líder que negociará em pé de igualdade com os EUA.
Flávio Bolsonaro destacou ainda que a situação mudará a partir de janeiro de 2027, vez que Lula não estará mais no poder. Ele definiu a eleição presidencial como uma escolha entre um caminho sombrio e um caminho de crescimento e prosperidade.
O evento também contou com a presença do pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e em seguida participou o ex-governador de Goiás e candidato à presidência, Ronaldo Caiado (PSD).

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