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Governador de MG liga escolha do reitor da UEMG à venda de prédio
Matheus Simões, governador de Minas Gerais, publicou em suas redes sociais na terça-feira passada (28) um vídeo onde afirma que só irá nomear o próximo reitor da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) se o escolhido não impedir a venda de um prédio abandonado no campus de Frutal. Segundo ele, foram várias tentativas com a antiga administração para discutir essa venda, e o novo reitor deve concordar com essa decisão para ser nomeado.
O imóvel, que custou cerca de R$ 200 milhões aos cofres públicos e seria destinado a moradia de atletas da universidade, foi mostrado em um vídeo divulgado no Instagram e está em estado de abandono, descuido e com árvores invadindo seu interior. Simões menciona que o dinheiro da venda pode ser usado para melhorias estruturais na UEMG ou para reformar a biblioteca da instituição.
“Como a escolha do reitor compete a mim, busco um compromisso público dos candidatos. Só será nomeado aquele que garantir que não atrapalhará o destino do imóvel. O que o governo e o Ministério Público decidirem, que seja o melhor para a população e para a UEMG, terá meu apoio”, declarou o governador.
A venda do prédio faz parte de uma lista maior de bens da UEMG que deveriam ser transferidos à União via o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). Contudo, essa lista foi retirada após pressão da comunidade acadêmica.
O processo eleitoral para a nova gestão da reitoria está em curso, com três chapas concorrendo. Após a votação da comunidade acadêmica, uma “lista tríplice” será entregue ao governador, que deverá escolher o novo reitor até o dia 20 de maio.

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