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Economia

IPC-S recua 0,37% no final de agosto, diz FGV

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) medido pela Fundação Getulio Vargas apresentou uma queda de 0,37% no fechamento do mês de agosto, depois de uma diminuição de 0,08% registrada em julho. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice teve um aumento de 3,93%.

A variação do IPC-S na última quadrissemana de agosto ficou abaixo das expectativas médicas, que previam uma deflação de 0,33%. As previsões indicavam quedas que variavam entre 0,29% e 0,44%.

Na análise dos grupos que compõem o IPC-S, três tiveram queda: Educação, Leitura e Recreação, que passou de -0,66% para -1,44%; Comunicação, que variou de -0,83% para -2,19%; e Saúde e Cuidados Pessoais, com pequeno ajuste de 0,28% para 0,27%.

Já os grupos que apresentaram alta foram Transportes, que subiu de -0,22% para 0,08%; Despesas Diversas, que avançou de 2,40% para 3,38%; Alimentação, que teve uma variação de -0,56% para -0,47%; Vestuário, que foi de -0,87% para -0,58%; e Habitação, que apresentou variação de -1,23% para -1,21%.

Principais Influências

Os itens que mais contribuíram para a redução do índice foram a tarifa residencial de eletricidade, que recuou de -7,91% para -8,00%; passagens aéreas, que caíram significativamente de -8,96% para -16,30%; batata-inglesa, que teve queda de -26,67% para -22,77%; tarifa de telefone móvel, que passou de 0,00% para -3,94%; e tomate, que diminuiu de -22,01% para -10,63%.

Por outro lado, os produtos que impulsionaram a alta do índice incluíram cigarros, cujo preço subiu de 20,32% para 28,55%; seguro facultativo para veículos, que passou de 1,50% para 2,82%; aluguel residencial, cujo aumento foi de 0,38% para 0,54%; e móveis para residência, que teve variação de 0,89% para 1,79%. O plano e o seguro de saúde mantiveram uma taxa estável de 0,46%.

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