Centro-Oeste
Kiko Caputo apresenta propostas para melhorar o Distrito Federal
Kiko Caputo, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Distrito Federal (OAB-DF), foi o último a participar do ciclo de entrevistas com os principais candidatos ao Governo do Distrito Federal. Ele propõe um plano baseado em uma gestão eficiente para recuperar a qualidade dos serviços públicos na região.
Kiko compartilhou sua experiência à frente da OAB, destacando sua luta contra a corrupção e as dificuldades administrativas enfrentadas, como dívida herdada e infraestrutura precária. Ele ressaltou que seu trabalho foi aprovado pelo Conselho Federal, órgão que revisa as contas da entidade.
A sua motivação para concorrer ao governo é devolver ao Distrito Federal a qualidade de vida de décadas atrás, quando havia serviços públicos eficientes em educação, saúde e transporte. Segundo Caputo, o principal problema hoje é a má administração e a corrupção, e ele promete um choque de honestidade e transparência.
Ele criticou o atual modelo político que distribui cargos públicos para aliados políticos, o que, para ele, prejudica a população e a eficiência da administração. Defende que os servidores públicos qualificados gerenciem os cargos e que o número excessivo de secretarias seja reduzido para otimizar a máquina pública.
Sobre segurança pública, Caputo é contra a utilização de armas por agentes do Detran e acredita que a Polícia Militar e Civil devem ser bem equipadas. Propõe o uso de câmeras corporais para aumentar a transparência e segurança jurídica para os policiais em atuação.
Ele também abordou a questão das isenções fiscais, que são bilionárias no Distrito Federal, afirmando que serão avaliadas para garantir que tragam benefícios reais para a população, principalmente em geração de empregos para os jovens, que enfrentam altas taxas de desemprego.
Para reduzir a dependência do Fundo Constitucional, Caputo pretende criar um escritório de negócios para atrair investimentos privados e melhorar a infraestrutura para as empresas locais, gerando empregos e mais receita tributária.
Em relação à carga tributária, sua proposta é cobrar com justiça fiscal, aliviando os que têm menor condição de pagar, e cortar gastos através de uma gestão eficiente, enxuta e técnica, que priorize os direitos dos cidadãos e o desenvolvimento do Distrito Federal.
Fonte: Com informações Jornal de Brasília

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