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Líderes criticam ataque armado em jantar de gala em Washington

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De vários países como Venezuela e Israel, líderes globais expressaram repúdio ao incidente que ocorreu no sábado em Washington. Durante um jantar de gala dos correspondentes da Casa Branca, o presidente americano, Donald Trump, foi retirado do local após um atirador tentar invadir o evento.

As autoridades informaram que o suspeito, que será apresentado ao tribunal na segunda-feira, estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas.

Veja abaixo as principais declarações de líderes mundiais:

  • Keir Starmer: O primeiro-ministro britânico declarou-se “chocado com os acontecimentos da noite passada no jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington”. Ele ressaltou que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser fortemente condenado”.
  • Emmanuel Macron: O presidente da França qualificou o ataque como “inaceitável”, afirmando que “a violência não tem lugar numa democracia” e ofereceu seu pleno apoio a Donald Trump.
  • Giorgia Meloni: A primeira-ministra da Itália manifestou “solidariedade total e sincera compaixão” a Trump e aos demais presentes, enfatizando que o ódio político não deve existir nas democracias.
  • Benjamin Netanyahu: O premiê israelense expressou choque com a tentativa de assassinato do presidente e elogiou a rápida atuação do Serviço Secreto dos EUA.
  • Delcy Rodríguez: A líder interina da Venezuela repudiou a tentativa de ataque e desejou votos de paz e recuperação aos envolvidos.
  • Claudia Sheinbaum: A presidente do México destacou que a violência nunca deve ser a escolha e enviou respeitos a Trump e sua esposa.
  • Javier Milei: O presidente da Argentina condenou veementemente a tentativa de assassinato e expressou satisfação pela prisão do atirador antes que pudesse causar danos.
  • Recep Tayyip Erdogan: O presidente da Turquia lembrou que lutas em democracias devem ocorrer com ideias, sem espaço para violência.
  • Narendra Modi: O primeiro-ministro da Índia manifestou alívio pela segurança do presidente, da primeira-dama e do vice-presidente, e condenou a violência.
  • Mark Carney: O premiê canadense reforçou que a violência política não deve existir em uma democracia.
  • Pedro Sánchez: O líder da Espanha repudiou o ataque e afirmou que a violência não resolve os problemas, que só avançam pela democracia, convivência e paz.
  • União Europeia: Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a violência política nunca é aceitável e elogiou a pronta resposta das forças de segurança.
  • Shehbaz Sharif: O primeiro-ministro do Paquistão manifestou choque diante do incidente e enviou pensamentos e orações ao presidente Trump, desejando sua segurança e bem-estar.
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