Brasil
Nota mínima para passar na primeira fase do Revalida 2026/1 é 59 pontos
A pontuação mínima exigida para aprovação na prova objetiva da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Ensino Superior Estrangeira (Revalida) em 2026 foi estabelecida em 59 pontos de um máximo de 100.
A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) por meio de edital publicado no Diário Oficial da União (DOU).
O resultado corresponde à soma dos pontos obtidos na prova objetiva, sem arredondamentos ou conversões percentuais.
Prova
A primeira fase do Revalida 2026/1 será aplicada em todo o território nacional, incluindo o Distrito Federal, no dia 7 de junho, para médicos formados em instituições estrangeiras.
O cartão de confirmação da inscrição, indicando o local do exame, será disponibilizado no dia 22 de maio.
Os portões abrirão às 12h e fecharão rigorosamente às 13h, seguindo o horário oficial de Brasília. A prova terá início às 13h30 e término previsto para as 18h30.
Resultado
Somente os candidatos que atingirem a nota mínima poderão avançar para a segunda etapa, que avalia habilidades clínicas.
As versões preliminares dos gabaritos serão divulgadas em 10 de junho, possibilitando a interposição de recursos por aqueles que não forem aprovados.
O resultado final do Revalida 2026/1 será publicado em 10 de julho.
A aprovação nessa edição requer o sucesso na primeira etapa das edições de 2025 ou 2026, além da aprovação na segunda etapa do ano vigente.
Para mais informações sobre essa edição, consulte o edital oficial do Revalida 2026/1.
Sobre o Revalida
O Revalida é um exame dividido em duas fases — teórica e prática — organizado pelos ministérios da Educação e da Saúde, que tem como objetivo validar diplomas médicos obtidos no exterior.
Este exame não é um concurso público, mas sim uma certificação que o diploma estrangeiro atende aos padrões brasileiros de formação médica.
A avaliação considera competências relacionadas a atendimentos em atenção primária, ambulatorial, hospitalar, urgência, emergência e saúde comunitária, baseando-se na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normas vigentes e na legislação profissional.

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