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Pais levam filhos para votar e aprender sobre democracia

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O voto é opcional a partir dos 16 anos e obrigatório para brasileiros entre 18 e 70 anos. No segundo turno das eleições, um grupo muito mais jovem acompanhou as votações: crianças levadas por seus pais, mães e responsáveis para ver como a democracia funciona na prática.

Polyana Carla Alves Ázara, publicitária, e Luísa Malagoli, internacionalista, levaram o filho e o cachorro da família ao Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte, Brasília. Todos testemunharam o momento de escolha do presidente que governará o Brasil de 2027 a 2030.

Para Polyana, é fundamental que o filho participe desse momento, pensando no futuro em que ele poderá lembrar que esteve presente em um momento tão importante para si e para o país. Ela acredita que a democracia deve ser positiva para as próximas gerações e defende que os governantes planejem ações a longo prazo.

Luísa reforça que transmite ao filho o legado recebido de seus pais e destaca a importância do voto consciente. Para ela, é um momento essencial de exercício da cidadania, onde é necessário não apenas reclamar, mas agir pelo futuro.

Elizabete Queiroz Gomes, analista de departamento pessoal, votou no Varjão, Distrito Federal, acompanhada de suas filhas Emanuelle, de 10 anos, e Luna, de 9 anos. Ela ressalta a importância de ensinar às crianças desde cedo o valor do voto e o processo democrático. Para ela, o voto feminino representa uma conquista importante para as mulheres brasileiras.

Siomara Chao, de 59 anos, levou o neto Iyaz, de 4 anos, à votação, valorizando o patriotismo que ele aprende na escola, onde já canta o Hino Nacional. Ao lado do marido, Plínio de La Pena, de 72 anos, ela justifica que suas escolhas visam garantir um futuro melhor para seus filhos e netos. Para eles, votar é exercer a cidadania e promover progresso para as próximas gerações.

Arcanjo Miguel Mota da Silva, de 7 anos, acompanhou o pai, Nilsemar Ferreira da Silva, à votação. Mesmo sem entender completamente o processo, o pai acredita que o filho já se beneficia do voto feito. Ele destaca o desejo de um país mais seguro, onde possa sair de casa sem preocupações, além de priorizar a educação para todas as crianças.

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