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Túlio Gadêlha responde críticas de João Campos à Raquel Lyra sobre Transnordestina

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Túlio Gadêlha, deputado federal e pré-candidato ao Senado pelo PSD, respondeu às críticas feitas pelo pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), direcionadas à governadora Raquel Lyra (PSD) sobre a paralisação das obras da Transnordestina no trecho Salgueiro-Porto de Suape.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Gadêlha esclareceu que a suspensão dos novos investimentos na ferrovia foi uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), e não uma decisão da governadora.

“João, amigo, você sabe que essa informação não é correta. Quando fazemos o trabalho, devemos celebrar, mas quando surge um problema técnico e uma decisão do TCU que suspende os investimentos, culpar a governadora não é justo. A responsabilidade pela contratação dos estudos para o projeto é da empresa pública Infra S.A., antiga Valec, vinculada ao governo federal. Raquel não tem envolvimento nessa decisão do TCU”, afirmou Gadêlha.

Além disso, Gadêlha ressaltou que a governadora Raquel Lyra articulou a inclusão do projeto no novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) junto ao presidente Lula e que liderou a bancada pernambucana no Congresso Federal.

“Foi Raquel quem negociou com a Presidência da República para garantir a inclusão da Transnordestina no novo PAC. Ela não só articulou, como também conduziu nossa bancada no Congresso. É estranho ver ataques à governadora justamente agora, depois de anos em que o PSB deixou o projeto sem atenção e sem recursos. Pernambuco ficou muito tempo sem prioridade do seu governo. Nosso estado precisa de lideranças responsáveis e propostas eficazes”, enfatizou ele.

A resposta de Túlio Gadêlha veio após as declarações de João Campos nas redes sociais, em que ele criticava a falta de prioridade do governo estadual para concluir o projeto da Transnordestina.

João Campos relacionou a paralisação a uma suposta ausência de articulação e liderança, destacando que isso pode acarretar perdas de empregos, investimentos e relevância econômica para Pernambuco. Ele finalizou afirmando: “Pernambuco não pode assistir novamente à perda desse projeto essencial.”

Na decisão tomada na última quarta-feira (13), o TCU determinou que o Ministério dos Transportes e a Infra S.A. não assumam novos compromissos financeiros para a retomada das obras do trecho Salgueiro-Porto de Suape até que sejam sanadas as deficiências na motivação da decisão administrativa.

A auditoria técnica do TCU identificou que não há estudos atualizados suficientes que comprovem que os benefícios sociais do projeto superam seus custos, além de existirem problemas ambientais, fundiários, operacionais, e indefinições no traçado do ramal.

Além disso, o TCU ordenou que a Infra S.A. apresente, em 30 dias, um plano de ação para a conclusão do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a futura concessão do trecho.

O plano deve conter as providências a serem tomadas, prazos e responsáveis pela execução, e a recomendação de que os órgãos responsáveis reavaliem e formalizem o sequenciamento das obras, considerando a funcionalidade entre os lotes, a capacidade operacional do ramal, além de evitar a implantação de trechos isolados.

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