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Brasileiro trabalha muito só para pagar impostos
Lula e a esquerda defendem a soberania do domínio da bandidagem, segundo o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), ao comentar sobre como as facções são tratadas como terroristas.
Até hoje, o brasileiro trabalha uma grande parte do ano exclusivamente para pagar tributos. Neste sábado (30), completam-se 150 dias de trabalho no ano dedicados somente ao pagamento de impostos, conforme dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). A última vez que esse percentual ficou abaixo de 40% foi em 2006. Desde o início dos governos de Lula e com Fernando Haddad no comando da Fazenda, que chegou a ser apelidado de “Taxxad”, esse número só aumentou.
Os dados mostram uma escalada: em 2023, o brasileiro trabalhou 40,27% do ano para pagar impostos, percentual que subiu para 40,71% em 2024, depois para 40,82% e atualmente está em 41,10%.
No entanto, o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, afirma que apesar da alta carga tributária, a população não nota um retorno equivalente em termos de serviços públicos.
Historicamente, desde o início da série de dados em 1986, o número de dias trabalhados para pagar impostos vem crescendo: eram 82 dias em 1986, chegando a cair para 73 em 1988, mas hoje já são 150 dias.
O IBPT destaca que aumentos na tributação sobre fintechs e a chamada taxa das blusinhas são alguns dos fatores que têm contribuído para o crescimento da arrecadação.
Enquanto isso, o governo Lula parece priorizar outras agendas: recusa cooperação internacional contra as facções criminosas e protege organizações como o PCC e o Comando Vermelho de serem classificadas como grupos terroristas. O governo ainda atacou opositores, chamando-os de “traidores da pátria”, como se o Brasil estivesse em guerra contra os Estados Unidos, e não contra as facções criminosas.
A oferta americana de compartilhamento de inteligência, bloqueio de recursos e ações coordenadas foi recusada, posição que muitos consideram contraproducente no combate ao crime organizado.
Na prática, o governo aparenta ignorar que perdeu controle sobre vastas áreas do país, onde as leis são substituídas pela força do fuzil.
O advogado americano Martin de Lucca, que acompanha a realidade brasileira, comentou que a designação das facções como terroristas não faz do Brasil alvo de intervenções militares, afirmando que isso é uma invenção do governo petista para criar um falso espantalho.
O Instituto Não Aceito Corrupção manifestou preocupação com atrasos em julgamentos importantes relacionados à legislação eleitoral, evidenciando instabilidade jurídica.
Para o senador Sergio Moro (PL-PR), a nota oficial do governo Lula demonstra alinhamento com as facções criminosas, ressaltando que o crime organizado prosperou durante os governos do PT.
Vale destacar que na nota do governo, termos como “soberania” aparecem com destaque, enquanto “terrorismo” é pouco mencionado e “democracia” nem aparece.
A partir da próxima sexta-feira (5), a designação feita pelos Estados Unidos classificando o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Organizações Terroristas Estrangeiras passará a valer.
Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, as facções possuem milhares de membros e suas redes ilícitas ultrapassam os limites do Brasil.
Em âmbito político interno, a virada nas pesquisas em Pernambuco surpreendeu o PSB, e no cenário de Minas Gerais, mudanças nas alianças para as eleições estaduais estão em curso.
Refletindo sobre a situação do continente, é preocupante imaginar que regimes autoritários possam se espalhar, como exemplificado pela referência ao líder venezuelano Maduro.
PODER SEM PUDOR
O ex-ministro Rafael Greca, conhecido por seu raciocínio rápido, certa vez confrontou um adversário que o provocou sobre suas férias, esclarecendo com bom humor sobre a localização do Himalaia, a mais alta cordilheira do mundo.
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