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Governo nota sinal de Alcolumbre ao PL sobre PEC 6×1
O narcotráfico está tomando conta do Brasil.
Aldo Rebelo, pré-candidato à presidência da República.
A parte do governo acredita que Davi Alcolumbre (União-AP) está usando a tramitação do projeto que elimina a jornada de trabalho de 44 horas semanais, conhecida como escala 6×1, para garantir a reeleição à presidência do Senado em fevereiro de 2027. Além disso, o senador parece não querer facilitar a vitória política de Lula (PT). Alcolumbre acelerou a tramitação da proposta da oposição, que é assinada pelo líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN).
O texto de Marinho foi protocolado na última quinta-feira (28) e no mesmo dia enviado para a Comissão de Constituição e Justiça.
No mesmo dia, chegou ao Senado o texto governista aprovado pela Câmara, que ainda aguarda despacho de Alcolumbre.
A reunião de líderes para tratar da tramitação da proposta foi reduzida e deve contar apenas com o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA).
Senadores informam que Alencar mencionou que a tramitação começará na CCJ no dia 10, mas o prazo foi divulgado antes da reunião com Alcolumbre, que não gostou da antecipação.
Ameaça à soberania nacional
Segundo Alessandro Visacro, especialista em segurança pública, a decisão dos Estados Unidos de classificar organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas não fere a soberania do Brasil. A verdadeira ameaça é a atuação desenfreada dessas organizações dentro e fora do país. Ele destacou que a soberania já vem sendo afetada por esses grupos armados.
Visacro explicou que áreas controladas por facções criminosas representam verdadeiras zonas de microsoberania dentro do Brasil.
O especialista lembrou da operação policial realizada no Rio de Janeiro no ano passado, que identificou quase 500 homens armados, configurando uma estrutura paramilitar.
Ele acrescentou que, em qualquer parte do mundo, essa situação seria considerada um batalhão de guerrilha.
Outros assuntos em destaque
O ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) corre risco de sofrer retaliação da esquerda brasileira após elogiar o regime militar pela construção rápida da usina nuclear de Angra 2, contrastando com a paralisação de Angra 3 por 30 anos.
Ministros do STF foram questionados em Lisboa com perguntas fortes que ficaram sem resposta, ressaltando a liberdade presente fora do Brasil.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro visitou a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), antes da alta hospitalar, demonstrando apoio na eleição deste ano.
O projeto “Pena leve”, associado ao ex-ministro da Justiça e Segurança Ricardo Lewandowski, foi criticado por fragilizar a soberania ao proteger facções criminosas.
Davi Alcolumbre não pretende pautar a votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal neste ano.
Ciro Gomes (PSDB) descartou a possibilidade de invasão dos Estados Unidos ao Brasil, afirmando que a ação será o bloqueio das contas das facções criminosas.
O governador Tarcísio de Freitas (Rep-SP) afirmou que o ex-ministro Fernando Haddad (PT) tem o mérito de ser o melhor ministro da Fazenda da história do Paraguai, referindo-se à migração de empresas do Brasil para o país vizinho durante sua gestão.
Em tom de humor, o artigo finaliza que produzir filme no Brasil pode ser mais difícil do que roubar idosos.
PODER SEM PUDOR
O senador Áureo Mello lembrou um episódio do Carnaval de 1994, no Rio de Janeiro, quando viu uma foto famosa do então presidente Itamar Franco com a modelo Lílian Ramos no Sambódromo, onde ela vestia apenas uma camiseta. Ele fez uma piada sobre a situação para seus amigos, mostrando sua boa memória.
Texto por Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos.


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