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UE aprova reforma migratória para acelerar deportações e criar centros fora da Europa

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A União Europeia (UE) implementou uma reforma significativa em sua política de migração, focada em intensificar as deportações e estabelecer centros de detenção no exterior, iniciativa que tem gerado comparação com as rigorosas políticas migratórias do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O acordo foi selado entre as três principais instituições da UE — Comissão Europeia, Conselho Europeu e Parlamento Europeu — durante uma reunião realizada na noite de segunda-feira, dia 1º.

De acordo com o vice-ministro da Migração do Chipre, Nicholas Ioannides, a nova regulamentação visa agilizar o retorno e aumentar o número de pessoas removidas que não possuem autorização legal para permanecer em solo europeu.

Malik Azmani, deputado holandês responsável pela condução dessa pauta no Parlamento Europeu, destacou a urgência de uma política eficaz de retorno, mencionando que atualmente apenas 28% dos pedidos de asilo rejeitados resultam na saída dos indivíduos, enquanto a maioria permanece na UE.

Especialistas e grupos de direitos humanos têm criticado o regulamento, comparando-o às duras políticas migratórias adotadas nos EUA nos últimos anos, que incluíram acordos controversos para deportações a países terceiros. O Reino Unido tentou implementar uma medida semelhante enviando migrantes para Ruanda, porém o plano foi suspenso após embates judiciais e uma mudança governamental em julho de 2024.

Este conteúdo foi reformulado com o auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente para garantir clareza e qualidade.

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