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Ativista do Hamas recebido no Planalto
Eduardo Bolsonaro afirmou que nunca falou sobre substituir o Pix, negando fake news e ressaltando que a ferramenta foi criada durante a gestão do seu pai.
Uma controvérsia se formou quando um ativista ligado ao Hamas, grupo considerado terrorista por grande parte do mundo, foi recebido no Palácio do Planalto. Esse ativista, Sayid Tenório, foi recebido por Alexandre Padilha, ministro da Saúde, que na época trabalhava nas Relações Institucionais de Lula. Existe até uma foto dele ao lado da ex-presidenta Dilma Rousseff.
O presidente Lula e membros do Partido dos Trabalhadores (PT) têm resistido a reconhecer certos grupos, como o Hamas e outros, como terroristas. Lula, por exemplo, já chamou traficantes de ‘vítimas dos usuários’ e expressou tristeza pela classificação do PCC/CV como terrorista.
Outros membros do PT, como Randolfe Rodrigues, compararam atos terroristas a protestos violentos, como os que ocorreram em Brasília em dezembro de 2022. Lindbergh Farias classificou atos controversos da deputada Carla Zambelli como terrorismo. Já a deputada Gleisi Hoffmann rotulou manifestantes do dia 8 de janeiro, que estavam desarmados, como terroristas, mas relativiza os grupos Hamas e PCC.
Uma decisão judicial recente gerou indignação ao conceder perdão judicial à mãe omissa no caso do garoto de 4 anos espancado até a morte. A juíza alegou perseguição implacável e desproporcional, fazendo referência a questões de gênero e cultura patriarcal. Essa decisão gerou repulsa em autoridades como o procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro e também no pai da vítima, Leniel Borel, que chamou a sentença de uma terceira morte para o filho.
Marcelo Rocha Monteiro, que combate o crime no Rio de Janeiro há décadas, nunca viu uma justiça tão influenciada por militância identitária. Enquanto o assassino recebeu uma pena de 43 anos, a mãe omissa foi tratada como vítima da cultura patriarcal, suscitando críticas e revolta no sistema judicial e político.
Outros temas polêmicos também foram destacados, incluindo irregularidades no INSS e críticas feitas pelo deputado Carlos Jordy em relação à defesa do ministro Alexandre de Moraes nos Estados Unidos, destacando o alto custo. Também foi mencionada a rejeição da participação da primeira-dama Janja no governo, com 52% das pessoas desaprovando segundo levantamento da PoderData.
Lula criticou a política de Trump mas mostrou silêncio diante da exclusão do Brasil da lista da União Europeia para importação de proteína animal, sob a justificativa do uso de antimicrobianos.
O deputado Carlos Portinho e Marcel Van Hattem cobraram a votação de um projeto que limita decisões monocráticas do STF, enquanto uma pesquisa da revista Economist indicou queda na confiança dos brasileiros nas urnas eletrônicas, atribuindo a culpa a Jair Bolsonaro, mesmo ele estando fora do cargo há quase quatro anos.
O pré-candidato à presidência, Renan Santos, acusou Lula de ver o Pix como uma fonte futura de taxação, o que gera preocupação na população. Já o deputado Bibo Nunes criticou Lula por usar o tema da soberania como forma de desviar a atenção dos ataques à sua gestão no combate ao crime e segurança pública.
O artigo termina com um questionamento sobre o conceito de terrorismo, ressaltando a relatividade do termo em diferentes contextos.
PODER SEM PUDOR
Durante o governo João Goulart, o ministro do Trabalho e da Previdência, Almino Afonso, que estava no cargo havia dois meses, foi alvo de um comentário irônico do deputado José Maria Alkmin sobre o aumento de peso, levando a uma troca de provocações sobre o efeito do poder nas pessoas.


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