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Fiocruz lança concurso literário para jovens de 13 a 16 anos

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O 4º Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil está com inscrições abertas até 29 de maio. Estudantes brasileiros entre 13 e 16 anos podem participar com textos em prosa, como crônicas, dissertações ou contos, abordando o tema “Quem cuida de quem cuida? Cuidado e desigualdades no Brasil”.

Os participantes devem estar matriculados em escolas públicas ou privadas. No momento da inscrição, é necessário indicar um professor para acompanhar a participação.

Os 30 melhores textos serão publicados em um livro pelo selo Portinho Livre, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os três primeiros colocados e seus respectivos professores receberão um vale-presente de R$ 1 mil.

O vencedor terá a oportunidade de participar da abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), no Rio de Janeiro, com despesas de viagem custeadas para ele e o professor acompanhante, se forem de outra localidade.

Inscrição e premiação

As inscrições são feitas pelo portal do concurso até as 17h (horário de Brasília) do dia 29 de maio. O resultado será divulgado em 17 de agosto.

  • O primeiro lugar ganhará R$ 1 mil, terá o texto publicado e será convidado para a SNCT com direito a um acompanhante.
  • O professor indicado pelo primeiro colocad receberá R$ 1 mil e seu nome será creditado no texto.
  • Segundo e terceiro lugares também receberão R$ 1 mil, terão seus textos publicados e os professores serão creditados e premiados.
  • Do quarto ao trigésimo colocado terão seus textos publicados e os professores serão reconhecidos na publicação.

O concurso faz parte do projeto Sistema Único de Saúde (SUS) nas Escolas, que incentiva o debate sobre saúde nas instituições de ensino brasileiras.

É uma iniciativa do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict) da Fiocruz, com apoio da Fundação de Apoio à Fiocruz, a Fiotec.

O tema dessa edição destaca o cuidado como uma política pública no Brasil desde 2024, enfatizando a importância de compreender o cuidado como uma atividade essencial para a vida, economia e sociedade, conforme estabelece a Política Nacional de Cuidado. Para isso, é fundamental que toda a sociedade reconheça quem realiza esse trabalho, como ele é estruturado e qual sua relevância para o país.

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