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Economia

Governo anunciará novas ações para conter impacto da guerra

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O novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, declarou nesta quinta-feira que o governo irá implementar em breve novas medidas econômicas para enfrentar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis.

Sem fornecer muitos detalhes, Guimarães explicou que o assunto está sendo discutido pelo Ministério da Fazenda e pela Casa Civil. O ministro ressaltou que a regulação do trabalho por aplicativo ficará para depois das eleições e também defendeu a eliminação da chamada “taxa das blusinhas”, um imposto que, segundo ele, causou desgaste ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele afirmou que o governo está preparando ações visando aliviar os consumidores, destacando a complexidade do tema devido à economia globalizada que afeta o diesel e a gasolina. Nas próximas semanas, novas medidas deverão ser anunciadas para evitar que o custo seja repassado ao consumidor.

Recentemente, o governo divulgou um pacote de ações para reduzir o impacto da guerra nos preços dos combustíveis, incluindo subsídios para a importação e produção de diesel e a isenção de impostos federais sobre o biodiesel. No entanto, o ministro considera essas medidas insuficientes diante da extensão dos danos causados pelo conflito.

Dario Durigan, ministro da Fazenda, está ciente da situação e em diálogo constante para que outras providências sejam tomadas em breve.

Sobre o trabalho por aplicativo, Guimarães explicou que a votação foi adiada pela falta de consenso entre Congresso, governo e empresas, evitando que o ônus político recaísse sobre o governo caso o texto fosse aprovado na forma atual.

Quanto à “taxa das blusinhas”, que impõe uma cobrança de 20% sobre importações de até US$ 50 desde 2024, o ministro avaliou que esse imposto provocou um desgaste significativo para o governo. Ele declarou que seria positivo revogar tal taxa e afirmou que, se necessário, o país deve assumir um aumento de endividamento para proteger a economia popular.

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