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Governo muda previsão de votos para Messias
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, reagiu ao protesto contra Lula em Portugal afirmando que ‘ninguém aguenta mais o Lula, dentro ou fora do Brasil’.
O governo alterou a previsão de votos favoráveis a Jorge Messias, advogado-geral da União indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina, originalmente marcada para 28 de abril, foi adiada para 29 de abril, após a reunião de líderes que definirá a votação final.
Enquanto otimistas antes previam até 52 votos a favor de Messias, agora as estimativas apontam para menos de 50, chegando a 43 votos.
A situação ficou mais difícil não apenas devido a falhas do governo, mas também pela influência de decisões do STF. Entre os fatores que complicam estão investigações contra Flávio Bolsonaro e outras figuras da oposição, como Romeu Zema, envoltos no inquérito das fake news, além das eleições no Rio de Janeiro.
Lula possui um histórico de tensões com os Estados Unidos, incluindo ameaças contra jornalistas e apoio a regimes autoritários como o do Irã e grupos como o Hamas. Atualmente, ele critica a hegemonia do dólar e provoca os EUA, país que mais investe no Brasil.
Como resposta às ações do governo americano, Lula decidiu retirar o acesso de um policial americano à Polícia Federal, uma retaliação simbólica.
O governo chegou a listar oficiais de inteligência americanos para possível expulsão, mas recuou, evitando medidas mais severas.
Internamente, autoridades ressaltam que retaliar sem proporcionalidade pode ser contraproducente.
Na esfera doméstica, a deputada Carol de Toni questiona os custos da viagem de Lula pela Europa, que ultrapassaram R$ 812 mil só em hospedagem na Alemanha.
A agência Aneel autorizou reajustes de até 20% nas tarifas, impactando mais de 20 milhões de consumidores brasileiros.
Flávio Bolsonaro também destaca que, desde 1988, nenhum parlamentar foi condenado por calúnia no STF, caso pelo qual ele atualmente é investigado.
Já no Amazonas, o pré-candidato ao Senado, Capitão Alberto Neto, criticou o Ibama por supostos danos causados a produtores locais, prometendo combater o que chama de ambientalistas radicais.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, enfatiza a unidade da direita nas eleições, afirmando que há valores e projetos compartilhados para o Brasil.
Advogado Técio Lins e Silva, defensor histórico de presos políticos, denunciou que, durante o governo do PT, o tratamento da Polícia Federal a advogados piorou em comparação à ditadura, com cerceamentos e desrespeito às prerrogativas jurídicas.

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