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Novidades sobre o conflito no Oriente Médio

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O Exército de Israel anunciou, na quarta-feira (13), uma sequência renovada de ataques contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano, mesmo com a trégua vigente com o governo libanês para cessar os confrontos com o grupo armado.

“As Forças de Defesa de Israel iniciaram ataques às infraestruturas terroristas do Hezbollah em diversas áreas do sul do Líbano”, declarou o Exército em nota, pouco depois de emitir novas recomendações de evacuação para várias áreas da região.

O ministro da Defesa da Itália revelou que o país posicionará preventivamente dois navios caça-minas próximos ao Golfo, para atuar rapidamente e assegurar a segurança no Estreito de Ormuz assim que for possível.

“Como medida preventiva, considerando o tempo necessário para mobilização, planejamos posicionar dois caça-minas mais próximos ao Estreito de Ormuz”, disse o ministro Guido Crosetto ao Parlamento.

Um ataque israelense atingiu na quarta-feira um veículo em uma rodovia bastante movimentada que liga Beirute ao sul do Líbano, conforme informou a Agência Nacional de Informação (ANI, oficial).

O ataque aconteceu na região de Jiyeh, 20 km ao sul da capital. No sábado anterior, dois ataques semelhantes haviam atingido veículos na mesma rodovia e trecho, apesar do cessar-fogo vigente com Israel desde 17 de abril.

No Irã, um homem foi enforcado na quarta-feira após ser condenado por espionagem, acusado de ter ligações com o serviço de inteligência israelense Mossad, segundo o órgão de imprensa do Poder Judiciário.

Ehsan Afreshteh, espião treinado pelo Mossad no Nepal, que vendeu informações confidenciais a Israel, foi executado”, comunicou o Mizan, órgão judicial.

Desde o início do conflito no Oriente Médio, provocado por ataques israelenses e dos Estados Unidos contra o Irã em 28 de fevereiro, as prisões e execuções no país aumentaram.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Pequim para se encontrar com seu “bom amigo” Xi Jinping, apesar das divergências sobre o conflito na região, comércio e Taiwan.

“Teremos uma conversa longa” sobre o Irã, declarou Trump na terça-feira na Casa Branca.

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu que o Paquistão intensifique os esforços de mediação entre Irã e Estados Unidos, informou a agência estatal Xinhua.

Wang falou por telefone com seu homólogo paquistanês, Ishaq Dar, poucas horas antes da chegada prevista do presidente americano Donald Trump a Pequim.

A Austrália manifestou interesse em participar da missão “neutra e pacífica” sugerida por França e Reino Unido para garantir a segurança no Estreito de Ormuz, afirmou o ministro da Defesa, Richard Marles.

O governo australiano fornecerá um avião de vigilância Wedgetail E-7A, já enviado para a região para proteger os Emirados Árabes Unidos contra ataques com drones oriundos do Irã, explicou Marles.

Segundo informações de fontes anônimas da inteligência dos EUA citadas pelo jornal The New York Times, o Irã mantém uma significativa capacidade de mísseis após os ataques americanos e israelenses.

Teerã teria reativado 30 das 33 bases de lançamento de projéteis localizadas ao longo do Estreito de Ormuz, conforme indicaram estas fontes.

O Ministério da Saúde anunciou na terça-feira que 13 pessoas morreram, entre elas um militar e dois socorristas, em ataques israelenses que atingiram três localidades no sul do Líbano.

“Um ataque à cidade de Nabatieh causou cinco mortes, incluindo dois socorristas da Defesa Civil”, informou o ministério. Outro ataque na área de Jebchit resultou em quatro óbitos, entre eles um soldado e um cidadão sírio, além de 12 feridos. Um terceiro ataque em Bint Jbeil matou quatro civis, incluindo uma criança e uma mulher, e deixou dois feridos, acrescentou o ministério.

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