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Queda na rejeição de Lula cai para 53% em maio, diz pesquisa Genial/Quaest
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve em maio sua rejeição reduzida pela primeira vez desde janeiro, conforme aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira, dia 13. A porcentagem de eleitores que afirmam conhecer e não votar no petista de forma alguma caiu de 55% para 53%, uma redução de dois pontos percentuais em comparação ao levantamento anterior.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assumiu a liderança na rejeição entre os pré-candidatos à Presidência, com o percentual de pessoas que dizem conhecê-lo e não votar nele subindo de 52% para 54%.
Foram ouvidos 2.004 eleitores presencialmente, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
Esses dados mostram um eleitorado bastante dividido entre os dois principais grupos políticos, embora com uma leve melhora para o atual presidente. Além da rejeição, 55% dos entrevistados acreditam que Lula não deve continuar na Presidência (contra 59% em abril), enquanto 41% defendem sua permanência (antes eram 38%).
Quanto à liderança que inspira mais receio, a população está quase dividida igualmente: 44% temem mais Jair Bolsonaro e sua família, enquanto 42% disseram ter maior receio de Lula.
No que diz respeito ao potencial eleitoral, Lula aparece na frente, com 44% dizendo que o conhecem e votariam nele, contra 39% para Flávio Bolsonaro.
Entre os candidatos da terceira via, os índices de rejeição são menores, mas também são menos conhecidos. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), é rejeitado por 32% dos entrevistados, enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), tem 27% de rejeição. No entanto, 49% dos entrevistados dizem não conhecer Caiado e 52% não reconhecem Zema.
A pesquisa também avaliou a percepção sobre moderação política. No caso de Lula, 45% acreditam que ele não é mais moderado que o PT, enquanto 40% consideram que sim. Em relação a Flávio Bolsonaro, 47% afirmaram que ele não é mais moderado que sua família, e 39% veem nele um perfil mais moderado.

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