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Ciro Gomes anuncia pré-candidatura ao governo do Ceará
Após mais de 30 anos desde que deixou o governo do Ceará, Ciro Gomes retorna como pré-candidato ao mesmo cargo pelo partido PSDB, ao qual pertenceu na década de 1990. O anúncio ocorreu neste sábado em Fortaleza, onde também convidou o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio, para integrar sua chapa como vice.
Nas pesquisas para a eleição no Ceará, Ciro apresenta desempenho positivo. De acordo com o levantamento Genial/Quaest do final de abril, ele lidera com 41% das intenções de voto em um possível primeiro turno, contra 32% do atual governador Elmano de Freitas (PT). No segundo turno, a vantagem se mantém, com 48% contra 35%.
Ciro Gomes aparece atrás do ex-governador petista Camilo Santana, com 33% contra 40%, em cenário hipotético de disputa ao Palácio da Abolição, o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem descartado publicamente. No segundo turno, Camilo teria 44% das intenções de voto, contra 39% de Ciro.
O pré-candidato tucano afirmou que Capitão Wagner deve ser o candidato ao Senado e que Pastor Alcides representará o PL.
Desistência da Presidência
Ciro Gomes disputou quatro eleições presidenciais e anunciou recentemente que não tentará a presidência novamente. Uma candidatura presidencial do PSDB buscaria ter um nome forte e aumentar a representatividade do partido, que atualmente não possui governadores eleitos. Nas últimas eleições, o PSDB não apresentou candidato próprio para a presidência pela primeira vez na Nova República.
O presidente nacional do partido, Aécio Neves, declarou que recebeu um comunicado formal sobre a intenção de Ciro Gomes lançar sua pré-candidatura ao governo do Ceará e que o PSDB segue avaliando alternativas para o Brasil diante da polarização política que dificulta propostas efetivas para o desenvolvimento econômico e social.
Aécio Neves, que lidera o partido nacionalmente há poucos meses, tem o objetivo de revitalizar o partido e enfrentar o desafio da cláusula de barreira, que exige condições mínimas para que os partidos recebam recursos como o fundo partidário.

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