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Economia

Inflação no Brasil deve ser a menor da história neste governo, diz Durigan

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou nesta quarta-feira, 17, que apesar das preocupações com a inflação no Brasil, ela está controlada graças ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A fala ocorreu durante uma sessão conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação na Câmara dos Deputados.

Durigan ressaltou: “A inflação sempre gera preocupação, mas nesta gestão presidencial, será a mais baixa da história do país. Embora alguns apontem para o desemprego elevado e crescimento lento, a inflação está sob controle. Desde 2023, foram criados 5,1 milhões de empregos e a economia cresceu”.

O ministro também destacou as conquistas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), citando os Planos Safras, níveis recordes de produção agrícola e redução histórica do desmatamento.

Além disso, Durigan mencionou a aprovação de mais de 75 propostas legislativas desde 2023, demonstrando uma postura de diálogo do governo, e afirmou que há R$ 23 bilhões em bloqueios de gastos orçamentários.

Ele explicou que esses bloqueios são parte de uma política econômica de contenção de despesas, afirmando: “Neste ano, mesmo em ano eleitoral, estamos enfrentando um bloqueio de R$ 23 bilhões. Isso é diferente do último pleito em 2022”.

Desempenho dos Investimentos

Em sua apresentação, o ministro comentou sobre a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que teve bom desempenho no primeiro trimestre, mesmo com juros elevados.

“A formação bruta de capital fixo, principal indicador do crescimento dos investimentos no país, cresceu 3,5%. Isso demonstra que, apesar das altas taxas de juros no Brasil – que continuam sendo um desafio -, conseguimos promover bons resultados para a economia brasileira, incluindo no campo dos investimentos”, afirmou Durigan.

Repercussão da Guerra no Preço dos Combustíveis

Quanto ao impacto da guerra no Irã nos preços dos combustíveis, o ministro ressaltou que o Brasil foi menos afetado em comparação a outros países e não enfrentou risco de desabastecimento.

Ele comentou: “Enquanto alguns discutem sobre possível racionamento de combustível, nosso país enfrentou aumentos entre 6% e 10% na gasolina e 15% no diesel, que estamos combatendo”.

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