Brasil
Monique chora ao ouvir irmão falar sobre Henry no julgamento
Bryan Medeiros da Costa e Silva, irmão de Monique Medeiros, foi ouvido no tribunal na tarde deste sábado, durante o julgamento do caso Henry. Ao ser questionado sobre a irmã e a morte do sobrinho, Monique não conteve as lágrimas.
Sentada ao lado dos advogados, levou a mão ao rosto e chorou, chegando a soluçar. Após alguns minutos, se recompôs, mas permaneceu cabisbaixa durante grande parte do depoimento. Em alguns momentos, fez sinais de concordância enquanto o irmão respondia perguntas sobre ela.
Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, demonstrou comportamento diferente. O ex-vereador mostrou inquietação, mexendo-se na cadeira várias vezes. Em certo momento, pegou uma folha em branco, apoiou sobre um livro e fez anotações sobre a própria perna, sem demonstrar reações visíveis às declarações de Bryan.
Durante o interrogatório conduzido pela advogada Florence, que defende Monique, Bryan foi questionado sobre o período em que o menino Henry frequentava a casa da mãe, em Bangu.
Foi perguntado se o menino, que tinha a pele muito clara, costumava aparecer com marcas ou machucados ao visitar os familiares.
— Henry nunca chegou com lesões ou marcas no corpo. Ele tinha a pele muito clara e, se apertasse forte, provavelmente ficaria marcado — afirmou Bryan aos jurados.
De acordo com Bryan, Henry tinha apenas quatro anos, mas já articulava bem o que sentia. Por isso, se algo acontecesse, ele teria se manifestado imediatamente.
Bryan Medeiros é uma das testemunhas apresentadas pela defesa de Monique Medeiros, que iniciou seus depoimentos neste julgamento.


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