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Reino Unido fornecerá urânio para Ucrânia e ampliará sanções contra Rússia
O Reino Unido anunciou que fornecerá urânio enriquecido para as usinas nucleares da Ucrânia e aplicará novas sanções contra a Rússia, conforme revelou o primeiro-ministro Keir Starmer antes da reunião do G7.
Londres condenou veementemente os ataques violentos da Rússia na Ucrânia e declarou que está intensificando as medidas para reduzir os recursos que financiam a guerra conduzida por Putin, além de apoiar a Ucrânia durante o inverno.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, participará da cúpula das principais potências mundiais em Évian-les-Bains, na França, onde os aliados pretendem fortalecer o apoio a Kiev após mais de quatro anos de conflito.
Segundo o gabinete de Starmer, o acordo garantirá energia para a Ucrânia nos próximos dois anos.
Pressionado internamente após a saída de seu ministro da Defesa devido a divergências sobre gastos militares, Starmer planeja enfatizar na reunião do G7 a necessidade de ações coletivas para assegurar uma paz justa e duradoura para a Ucrânia.
Um financiamento de aproximadamente US$ 282 milhões possibilitará que a empresa britânica Urenco forneça urânio enriquecido para a Energoatom, responsável pela produção energética nuclear ucraniana.
As novas penalidades visam enfraquecer as operações militares russas em vários níveis, atacando a frota paralela ilegal e as redes financeiras usadas por Moscou para contornar as sanções, destacou o gabinete do primeiro-ministro.


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