Centro-Oeste
Tecnologia e IA para áreas como a W3 Sul
Leandro Grass dedicou o dia a discutir a redução da jornada de trabalho e o uso da tecnologia na gestão pública. Em evento promovido pela Apeg, ele apresentou propostas para aproximar a ciência, empresas e governo, aplicando tecnologia em saúde, transporte, educação e segurança.
Grass quer que o conhecimento gerado em universidades e centros de pesquisa do Distrito Federal seja usado nos serviços públicos. Para isso, pretende fomentar a ligação entre instituições de ensino, empresas e governo e buscar recursos nacionais e internacionais para projetos de ciência e tecnologia.
“Minha meta é transformar Brasília na capital da inovação, da ciência e da tecnologia. Isso é uma das principais forças e vocações da cidade.”
Ao ser questionado sobre onde priorizar essas iniciativas, Grass ressaltou as escolas.
“Queremos levar mais tecnologia para o ambiente escolar, com alfabetização científica, iniciação científica, laboratórios e equipamentos modernos em todas as regiões.”
A formação tecnológica também deve preparar os jovens para os desafios do mundo digital, como os crimes virtuais. Grass acredita que os estudantes precisam aprender a usar essas ferramentas de forma responsável e segura.
“Levar isso para a escola é também proteger a vida e garantir a segurança dos jovens contra riscos sociais.”
Áreas pouco aproveitadas
Grass destacou que áreas como a W3 Sul, o centro de Taguatinga e o Setor Comercial Sul podem ser usadas para incentivar tecnologia e economia criativa.
O plano inclui revitalizar o parque tecnológico e criar espaços para experimentação e desenvolvimento de novas tecnologias, com foco em dados e inteligência artificial.
“Queremos transformar Brasília na capital tecnológica e inovadora do século 21, gerando soluções que possam ser exportadas para o Brasil e o mundo, resultado da pesquisa e da ciência.”
Na mesma manhã, Grass participou de um ato no Senado pelo fim da escala 6×1, que significa trabalhar seis dias na semana seguido por um dia de descanso. A proposta que reduz essa jornada foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Durante o ato, ele defendeu que a rotina de seis dias de trabalho, somada ao tempo no transporte público, prejudica a qualidade de vida dos trabalhadores.
“A escala 6×1 é desumana e precisa acabar. O trabalhador deve ter tempo para viver, cuidar da família e descansar.”
Fonte: Com informações Jornal de Brasília

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