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Vieira faltou três vezes à Câmara; veja os detalhes
Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, criticou a alta dos impostos, afirmando que “o tarifaço vai prejudicar quem alimenta o Brasil”.
Vieira não compareceu à Câmara em três convocações
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tem histórico de desconsiderar convocações da Câmara dos Deputados, tendo faltado em três ocasiões diferentes. Na última, não compareceu à Comissão de Relações Exteriores para esclarecer suas declarações acerca da classificação de grupos criminosos brasileiros como terroristas pelos Estados Unidos, o que ele disse poder levar a uma ação militar americana em território nacional.
Convocações ignoradas
Vieira foi chamado para tratar do asilo concedido à ex-primeira-dama do Peru, condenada por corrupção, além da posição do Governo Lula em relação ao Irã, mas não compareceu.
O Itamaraty não apresentou explicações oficiais, limitando-se a sugerir uma nova data, rejeitada pela comissão.
Regras do regimento
De acordo com o deputado Evair de Melo (Rep-ES), apenas comprovação médica ou compromissos agendados previamente justificam ausência.
O deputado criticou dizendo que Vieira está desqualificado pelo fato de ser reincidente em faltas.
Investigações sobre emendas parlamentares
As apurações concentram-se no presidente da Câmara, Hugo Motta (PB), apontado como figura central mesmo após atenção inicial ao ex-presidente Eduardo Cunha (MG). A Polícia Federal indica que manobras atribuídas a Cunha só foram possíveis com o aval da presidência da Câmara.
Motta foi um colaborador próximo de Cunha, participando de seu grupo político durante sua presidência da Câmara entre 2015 e 2016, sendo descrito como seu pupilo e “filho político”.
Ele contestou as tentativas de criminalização da política e pretende mobilizar líderes para se opor às decisões do STF.
Discussões e polêmicas recentes
O clima esquentou no plenário entre Júlia Zanatta (PL-SC) e Maria do Rosário (PT-RS), após a petista utilizar uma plaquinha proibida e fazer murmúrios que foram interpretados como ofensas.
Ministros do governo tentam atribuir a terceiros responsabilidades por resultados ruins da economia, como a inflação elevada projetada para 2026, atribuída aos fenômenos El Niño e choques no petróleo.
Advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmaram não terem ciência prévia da divulgação da carta assinada pelo ex-presidente.
Mauro Vieira não compareceu para dar explicações na Câmara, alegando reunião com o presidente Lula.
Outros destaques
Nas redes sociais, críticas surgem em relação às obras de transposição do Rio São Francisco, denunciadas como uma farsa por Carlos Jordy (PL-RJ).
O Ministério da Fazenda elevou para 5,1% a previsão de inflação para 2026, ultrapassando o teto anteriormente definido pelo governo.
Flávio Dino, ministro do STF, solicitou esclarecimentos sobre a autoridade dos presidentes de partidos na gestão de emendas parlamentares.
Pré-candidatos do PSB evitam alianças com o PT após a derrota nas eleições estaduais de Minas Gerais em 2018.
PODER SEM PUDOR
Durante a campanha de 1960, Jânio Quadros participou de um comício em Sete Lagoas (MG) com Magalhães Pinto. Recebidos com ovos e vaias, Jânio desconfiava da postura de Magalhães. Impaciente, comentou: “Os mineiros são terríveis. Quando não riem por dentro, riem por fora”.

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