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Corregedor do DF promove encontro sobre direito notarial em Brasília

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O desembargador Arnoldo Camanho, corregedor da Justiça do Distrito Federal, participou nesta terça-feira, 18 de agosto, da abertura do XVI Fórum de Integração Jurídica de Direito Notarial e Registral, realizado no auditório da OAB-DF. O evento foi organizado pela Escola Nacional de Notários e Registradores (ENNOR), em parceria com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CF), com o apoio da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG-BR) e da Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR).

Durante a abertura, Arnoldo Camanho ressaltou a importância de encontros técnicos que discutem formas de tornar os serviços extrajudiciais mais acessíveis, modernos e sustentáveis, alinhados aos valores constitucionais. Também participaram da solenidade o juiz Pedro Yung-Tay Neto, auxiliar da Corregedoria, e Pacífico Marcos Nunes, gestor da Coordenadoria de Correição e Inspeção Extrajudicial do TJDFT, que moderou um dos painéis temáticos.

O fórum buscou promover o diálogo e a troca de conhecimentos entre magistrados, notários, registradores, advogados, profissionais do sistema de justiça, estudantes, e outros interessados para debater temas atuais do Direito Notarial e Registral. Durante o evento, foi lançado o Guia Prático para a Extrajudicialização.

Na programação, foram tratados assuntos como mediação e conciliação no Direito Extrajudicial, práticas de busca e apreensão no âmbito extrajudicial, REURB, recuperação de crédito em cartórios de protesto, o papel do Registro Civil no fortalecimento do Direito de Família e da cidadania, além do uso da ata notarial em procedimentos como usucapião e adjudicação compulsória.

Em sua fala, Arnoldo Camanho destacou que o diálogo entre instituições aproxima o Direito das necessidades reais do cidadão, defendendo que a atuação correcional deve conciliar a firmeza na preservação da legalidade, ética e eficiência com a abertura para a inovação. Ele também afirmou que a atividade extrajudicial representa um mecanismo de cidadania, eficiência, pacificação e confiança pública, e que a tecnologia deve ser usada para garantir confiança, privacidade, transparência e segurança jurídica.

Fonte: Com informações Jornal de Brasília

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